GovTech · IA com revisão humana · LGPD por desenho

A camada de inteligência do gabinete executivo

Do relato do cidadão na rua ao protocolo encaminhado — com consentimento, competências administrativas explicadas e uma visão do território que apoia a decisão do gabinete.

Consentimento antes de tudo
nenhum dado sem autorização do cidadão
100% revisado por humanos
a IA organiza; quem decide é gente
Base oficial do município
grafia, órgãos e competências verificados

A oportunidade na origem do atendimento

O cidadão fala em muitos lugares — na feira, na caminhada, no 156, no WhatsApp. Organizar esse relato desde o primeiro contato ajuda a Prefeitura a encaminhá-lo mais rápido e mais completo aos canais oficiais.

Muitos pontos de contato

A escuta presencial acontece em vários lugares; parte dela precisa ser organizada e registrada depois nos canais oficiais. Estruturar na origem simplifica esse caminho.

A mesma ocorrência, por vários canais

Um mesmo assunto pode chegar pelo 156, pelo portal e pela feira. Correlacionar na origem ajuda a tratar como um só — sempre por sugestão, com decisão humana.

Competência nem sempre evidente

Parte das demandas é de outros órgãos (energia, rodovia estadual, INSS). Identificar isso cedo ajuda o gabinete a encaminhar ao responsável certo, com mais agilidade.

Como funciona

Cinco passos, do primeiro contato ao acompanhamento — com consentimento primeiro e um humano sempre no circuito.

  1. 1

    O cidadão autoriza

    QR Code no próprio celular ou assinatura em tela — consentimento LGPD com prova criptográfica, antes de qualquer gravação.

  2. 2

    A equipe grava o relato

    O assessor conversa naturalmente. Ninguém digita nada na rua — o áudio é o registro.

  3. 3

    A IA organiza — e explica

    Transcrição, dados extraídos e conferidos na base oficial do município, com confiança por campo e justificativa auditável.

  4. 4

    Um humano confirma

    Revisão humana obrigatória antes do protocolo. A IA nunca decide sozinha.

  5. 5

    O gabinete enxerga tudo

    Protocolo, encaminhamento, prazos, território, competências e reincidência — em tempo real.

Vídeo de demonstração — em produção

(espaço reservado)

O que o gabinete ganha

Resultados esperados de um piloto bem executado — sem promessas vazias.

Nada se perde na rua

Cada autorização, áudio e demanda tem jornada completa registrada — com vigilância e reconciliação automáticas de ponta a ponta.

Resposta com endereço certo

Poste apagado é da prefeitura; poste sem energia é da concessionária. A matriz de competências responde com fundamento legal e fonte oficial.

Um território, todos os canais

Rua, 156, Ouvidoria, Portal, WhatsApp: origens preservadas e ocorrências correlacionadas — sem nunca unificar automaticamente.

Decisão com número, não com achismo

Bairros em alta, temas que crescem, reincidência, tempo de resposta por secretaria — tudo por agregação dos dados reais.

Assistente executivo que não inventa

Perguntas em linguagem natural, respostas apenas com dados do sistema — cada número rastreável à consulta.

Pronto para crescer

Multi-município por arquitetura (isolamento por tenant no banco), base institucional versionada e conectores plugáveis.

Integra com o que já existe

GovMind Connect: arquitetura de conectores para os canais da prefeitura — cada canal mantém seu protocolo; o GovMind soma a inteligência.

  • Central 156
  • Ouvidoria
  • e-SIC
  • WhatsApp Business
  • Portal da Prefeitura
  • Aplicativo do cidadão
  • E-mail
  • Planilhas
  • Sistemas legados

Roadmap

Evolução por etapas — cada fase entra em produção provada, nunca prometida.

  1. Agora

    Validado em ambiente controlado

    Fluxo QR + voz + revisão humana + protocolo, testado ponta a ponta em simulação (sem cidadãos reais).

  2. Próximo

    Conectores oficiais

    Central 156 e Ouvidoria entrando na mesma inteligência (leitura, sem substituir).

  3. Depois

    Mapa executivo

    Georreferenciamento das demandas: calor por bairro e regional, no cockpit.

  4. Horizonte

    WhatsApp do gabinete

    Resumo diário, alertas e consultas do gabinete direto no celular.

Segurança e IA responsável

Desenhado para o setor público — onde errar custa confiança.

Privacidade por desenho

  • Consentimento explícito com prova criptográfica — antes de qualquer gravação.
  • CPF apenas como código irreversível; revogação interrompe o tratamento.
  • Isolamento total entre municípios no banco de dados e permissões verificadas no servidor.
  • Trilha auditável de cada decisão — quem fez, quando e por quê.

IA que presta contas

  • Revisão humana obrigatória antes do protocolo — a IA nunca decide sozinha.
  • Confiança por campo, visível; o que não é reconhecido vira “desconhecido”.
  • Classificação conferida na base oficial do município, nunca só no modelo.
  • Assistente responde apenas com dados do sistema — cada número rastreável.

Quem usa

Em preparação para o primeiro piloto, no Espírito Santo.

logo institucional — espaço reservado
logo institucional — espaço reservado
logo institucional — espaço reservado
Depoimentos de gestores serão publicados após a conclusão do piloto — este espaço não antecipa provas sociais.

Perguntas frequentes

O GovMind substitui o 156 ou o sistema de protocolo da prefeitura?

Não — e essa é a decisão central do produto. Os sistemas de registro continuam donos dos seus protocolos. O GovMind é a camada de inteligência ACIMA deles: ouve todos os canais, correlaciona, prioriza e devolve ao gabinete uma visão única.

E a LGPD?

Consentimento explícito antes de qualquer gravação, com prova criptográfica e revogação a qualquer momento. CPF guardado apenas como código irreversível (hash). Dados isolados por município no banco (RLS). O tratamento para quando o cidadão pede.

A IA pode errar?

Pode — por isso ela nunca decide sozinha. Todo registro extraído por IA passa por revisão humana antes do protocolo, cada campo tem nível de confiança visível e o que o sistema não reconhece vira 'desconhecido', nunca invenção.

O que a prefeitura precisa para começar?

Um piloto começa com uma equipe de rua, celulares comuns e o QR Code do evento. Sem troca de sistemas, sem migração — a integração com os canais existentes vem depois, por conectores.

Quem vê o quê dentro do sistema?

Papéis com permissões no servidor: assessor de campo registra; revisor confere; secretaria executa; gabinete enxerga o todo; auditoria vê sem editar. Cada tela mostra apenas o necessário para a função.

Pronto para ouvir o seu município?

Um piloto começa pequeno: uma equipe, um evento, um QR Code — e termina com o gabinete enxergando o território como nunca.